A principal tarefa de um jornalista é informar a população da maneira mais clara e objetiva possível, principalmente, dizendo a verdade. Sem suposições ou comentários que fujam da realidade.
É por intermédio do repórter que a população tem conhecimento dos fatos. A partir daí que se formam as opiniões e questionamentos a respeito do que acontece.
Mesmo com todas as críticas que recebe, a imprensa ainda exerce grande influência na opinião pública e, com isso, carrega uma grande responsabilidade. Podendo levar a população da tranqüilidade ao caos.
É fato que, nem sempre, para cumprir seu papel, a jornalista é ético ou toma atitudes “politicamente corretas”. Mas, nesse caso, o que é tido como “certo” torna-se questionável. O objetivo é conseguir a informação e repassá-la aos leitores de forma correta, mesmo que pra isso não se use de ética.
Os valores de um jornalista têm que se adequar a sua profissão, tentando sempre agir da melhor maneira possível, mas não fazendo disso uma regra.
Exemplos de responsabilidade jornalística podem ser vistos durante a história dos meios de comunicação. Como em 1938, quando um jovem radialista, Orson Welles, conseguiu, na transmissão de seu programa de rádio, levar a histeria cerca de 1,2 milhão de americanos. Ele encenou com atores uma invasão alienígena baseada no livro de H. G. Wells, intitulado “Guerra dos Mundos”.
O repórter nunca pode esquecer que não é um contador de histórias. Seu compromisso com a verdade deve estar em primeiro lugar. Um jornalista sem credibilidade é mais um nas estatísticas do desemprego.
